A produtora francesa Ubisoft anunciou oficialmente que inaugurou um novo estúdio de produção na Europa. A cidade escolhida desta vez foi a Varsóvia, na Polônia.
O nome escolhido para comandar a nova filial foi Rose-Marie Nargaud, atual gerente de exportação da companhia para o leste europeu. Ela, entretanto, terá que relatar suas ações diretamente a Rob Cooper, diretor-gerente das atividades da Ubisoft feitas especificamente no velho continente.
Novos horizontes
Segundo o diretor-executivo da empresa, Alain Corre, o principal objetivo com essa expansão é garantir a presença em mercados de grande importância no sentido de estarem mais próximos aos consumidores.
A região, segundo ele, “tem potencial de sobra para se tornar um mercado essencial para a indústria dos videogames”. Além disso, é a Polônia que detém grande parte desta força, com u crescimento contínuo na base instalada de consoles. com uma base instalada de consoles em constante crescimento”.
Histórico
Recentemente, a Ubisoft abriu uma filial no Brasil, na cidade de São Paulo. Este estúdio se dedica inicialmente à criação de jogos casuais com foco no público feminino infantil e adolescente.
O presidente da Electronic Arts, Peter Moore, declarou recentemente que todas as medidas que tentam eliminar a pirataria no mundo dos games são ineficazes. Além disso, ele complementou afirmando que todos os processos postos sobre os culpados não é a solução.
Moore mostrou seu ponto de vista logo após as produtoras Atari, Codemasters, Reality Pump, Topware Interactive e Techland terem contratado a empresa de advocacia Davenport Lyons para abrir processos contra 25 mil pessoas que compartilhavam arquivos de seus jogos na internet.
As ações exigem que os piratas paguem uma multa de US$ 557 cada um ou serão julgadas pela justiça.
Alternativas
Embora o manda-chuva da EA reconheça que meios de combate à pirataria sejam pífios, ele ainda prefere que a indústria busque soluções inovadoras em vez de apelar para a Justiça.
“Mesmo que essas pessoas tenham roubado uma propriedade intelectual, acho que há meios melhores de resolver essa questão usando nossa força como desenvolvedores e distribuidores”.
Perspectivas
Jogos famosos da marca EA Sports, como “Madden NFL 09“, não foram lançados para o PC este ano após uma alegação da EA sobre ’sérios desafios comerciais’ nessa mesma plataforma.
Moore, por fim, ainda prometeu que as franquias retornarão normalmente ao PC no próximo ano. “Acredito que há soluções melhores do que perseguir pessoas por dinheiro”, disse.
“Não sei exatamente quais elas podem ser, a menos que se crie uma uma experiência de jogo tão rica que faça com que a pirataria já não valha tanto a pena. Não funcionou com a indústria da música. Não sou um grande fã de punir consumidores ou clientes”, concluiu.
O presidente da produtora japonesa Tecmo, Yoshimi Yasuda, anunciou hoje que está se demitindo do seu cargo por por receber a processos trabalhistas por parte de seus funcionários. Um deles, inclusive, é de Tomonobu Itagaki, ex-líder da equipe Team Ninja, dona da franquia “Ninja Gaiden“.
Dinheiro invisível
Itagaki promoveu o processo ao alegar que deveria receber incentivos especiais em dinheiro quando a produção de “Dead or Alive 4” fosse terminada. Esse dinheiro, aliás, seque foi pago.
Itagaki ainda teria direito a 6,66% dos lucros, mas o ex-presidente Yasuda afirmou que isto nunca foi aprovado pelo quadro de diretores gerais da companhia.
Relação polêmica
Além disso, Yoshifuru Okamoto, produtor de “Ninja Gaiden II“, revelou uma gravação clandestina em que o ex-presidente denominava Itagi como um ”fominha de dinheiro” ao admitir que a empresa devia tal quantia a ele.
Foi a partir daqui que a crise se instalou na Tecmo, onde mais de 30 funcionários abriram processos por horas extras trabalhadas mas não pagas.
O nome cotado para empossar o cargo recém-abandonado fica com Yasuharu Kakihara, que deverá assumir suas obrigações como o novo presidnete a aprtir de 1° de Setembro deste ano.
Durante sua conferência na Games Convention 2008, Cevat Yerli, presidente e chefe-executivo da produtora Crytek, afirmou que a nova geração de videogames deve aparecer entre 2011 e 2012.
Especulação infinita
Segundo informações do site GamesIndustry.biz, Yerli apostou que o ‘PlayStation 4′ e o ‘Xbox 720′ devem chegar ao mercado neste período e esclareceu que esta é apenas uma estimativa da sua companhia.
“Esta é só a nossa previsão e, mesmo que ambas Microsoft e Sony tivessem nos contado algo, eu jamais poderia ter dito algo porque estaria sob termos de divulgação. Mas achamos que será em três ou quatro anos, embora haja boas razões para já ser em 2010… mas veremos”, releva Yerli.
O executivo afirmou isso sob o pretexto de explicar que as placas gráficas (GPUs) e processadores (CPUs) estão em rota de colisão, pois as GPUs estão se tornando mais eficientes em computação geral e as CPUs em tarefas paralelas. Atos que devem ser acelerados com a chegada do DirectX 11 até o fim de 2009.
Tecnologia inédita
Sobre os próximos projetos da Crytek, Yerli confirmou que uma nova versão da engine de produção da companhia será lançada em 2012. A tecnologia CryEngine 2, aplicada no fututo título “Crysis: Warhead“, levou quatro anos para ser desenvolvido por uma equipe de 25 pessoas.
A Games Convention 2008 é uma feira que reúne produtores de todo o mundo em Leizpig, Alemanha, e acontece de 20 a 24 de Agosto.
Em depoimento ao site Eurogamer, o criador do inovador game que simula a vida “Spore“, Will Wright, falou que mais ateus do que religiosos têm reclamado dos aspectos espirituais contidos no jogo.
A principal razão disso é que, ao chegar no estágio onde o jogador deve controlar uma civilização com os indivíduos criados desde sua fase celular, é possível guiar sua sociedade pelos rumos militar, econômico ou espiritual.
“Não esperava que isto fosse incomodar tanto os ateus. Na verdade, esperava isto é dos religiosos. Mas até agora, não recebi críticas de ninguém mais religioso que viesse reclamar que representávamos a religião erroneamente, ou que era errado representar religião em um jogo”, desabafou Wright.
Cuidados na produção
Wright, que é ateu, revela que comentários de outros produtores ainda ajudaram a identificar problemas deste tipo bem no início da produção do game por terem funcionários na equipe que são bem religiosos. “Nossa equipe tentou fazer coisas não ofensivas às pessoas religiosas, mas queríamos incluir a idéia de religião no nosso produto”.
“Não quisemos nos aprofundar demais neste tema e deixamos a questão sobre a criação do Universo em aberto. Como um jogador, você chega e joga algo como um verdadeiro Deus e guia a evolução de uma espécie. Mas nós nunca declaramos quem o jogador realmente é”, finaliza o produtor.
Idéia diferenciada
Em “Spore” o jogador irá evoluir seu ser vivo do nível celular ao espacial, da complexidade vista em seres celulares a outros com funções cerebrais mais elaboradas. Daqui em diante, o jogo muda de foco, tornando-se algo mais próximo a um RTS em que exércitos de criaturas serão controladas.
O título deve der lançado mundialmente para PC, Nintendo DS e iPhone no dia sete de setembro próximo. Veja algumas fotos e um vídeo.