A produtora e distribuidora Electronic Arts afirmou hoje que já enviou mais de um um milhão de unidades do simulador de criaturas “Spore” desde o seu lançamento em 7 de Setembro último. O número abrange as versões para PC/Mac e Nintendo DS.
A companhia fez questão de ressaltar outros marcos. O editor de criaturas, que armazena dados em um banco online de crias inventados pelo jogador, já beira os 27 milhões de seres cadastrados.
Contratempos
Embora os números apresentados favoreçam a reputação do game e da EA, nem tudo são flores para a produtora quando se fala de pirataria. Mesmo possuindo um sistema antipirataria concreto, cerca de 500 mil downloads ilegais foram feitos em uma semana, de acordo com o site TorrentFreak, que classifica “Spore” como o jogo mais pirateado de todos os tempos.
Idéia original
“Spore” dá a chance ao jogador de criar e administrar a evolução da vida a partir de um singelo corpo celular. A partir daqui, basta estabelecer as tribos, formar civilizações, guiar as rédeas de mundos inteiros e até explorar universos paralelos povoados com criações de outros jogadores.
O game oferece uma vasta variedade de ferramentas que auxiliam na criação dos novos seres. Personalizar é a palavra-chave para darem vida própria aos seus próprios universos com a adição de veículos e estruturas.
Veja agora algumas fotos e um vídeo da sensação do momento.
A última edição da revista japonesa Famitsu informou que a produtora japonesa Sega está produzindo “Seventh Dragon“, novo RPG por turnos Nintendo DS. O game está previsto para sair no Japão em 2009, sem ter confirmação para os Estados Unidos.
A cargo da produção, Rieko Kodama é o nome da vez. O produtor tem na bagagem games como “Skies of Arcadia” e a série “Phantasy Star“. Na parte da trilha sonora, Yuzo Koshiro, responsável pelas músicas de “Revenge of Shinobi” e “Streets of Rage” dá as cartas. Já a direção do projeto está nas mãos de Kazuya Niinou, designer-chefe e diretor de “Etrian Odyssey“.
Enredo e habilidades
“Seventh Dragon” detém um mundo dominado por dragões. Cabe ao jogador fazer uma limpa mundial para salvar a raça humana da desgraça. Para tanto, será necessário montar uma equipe com até quatro guerreiros e explorar labirintos localizados nas localidades dominadas pelos oito dragões.
Ao agrupar os personagens, deve-se escolher para cada um uma profissão que varia em sete modalidades, entre elas mago, guerreiro ou bandido, com cada um possuindo determinada habilidade conforme a escolha das profissões.
Não foram divulgadas fotos oficiais nem vídeos até o momento.
A produtora LucasArts divulgou hoje que “Star Wars: The Force Unleashed“, novo game da série de batalhas intergaláticas lançado para PS2, X360, PS3 e Wii, PSP e DS, vendeu 1,5 milhões de cópias mundialmente em cinco dias.
A companhia fez questão de ressaltar que esses números são recordes quebrados. Este é o título da franquia que mais vendeu rapidamente tal quantia entre tantos outros lançados pela empresa.
A Força do clássico
Em depoimento à imprensa, o presidente da empresa, Darrell Rodriguez, lembrou que a fama da série está longe de acabar. “O recorde de vendas de ‘Star Wars: The Force Unleashed‘ mostra o poder nunca diminuído de ‘Star Wars’ e sua popularidade em todos os tipos de mídia, inclusive nos videogames. Ficamos estupefatos pela resposta do jogo”.
Ambientado entre o terceiro e quarto filme da saga de George Lucas, o jogador assume o papel de um aprendiz secreto do vilão Darth Vader. O objetivo maior é infiltrar-se nas forças Rebeldes e seguir os comandos de seu mentor, mesmo que isso resulte em batalhas épica contra exércitos de guerreiros imperiais bem treinados.
Após receber uma versão adaptada de “Resident Evil 4” e de “Resident Evil 0” do Game Cube, o Nintendo Wii receberá outra adaptação: o remake do primeiro “Resident Evil” lançado também para o Cube. A previsão de lançamento é para chegar ao mercado até o natal japonês.
O primeiro “Resident Evil” foi lançado para o PSOne em 1996 e, quando chegou ao Cube em 2002, ganhou uma versão melhorada com gráficos mais realistas, inédita dublagem e mais detalhes preciosos no enredo.
Foco na jogabilidade
Da mesma maneira que as outras duas primeiras adaptação, o novo game terão os controles readaptados condizentes com as capacidades sensoriais do Wiimote e do Nunchuk. O destaque deve ficar com a possibilidade de mirar precisamente apontando acessório para tela.
Quem preferir o jeito tradicional de jogar, é só conectar outro acessório o console, o controle clássico que lembra o design de gerações passadas de outros consoles Nintendo.
Por hora, não há confirmações quanto a uma versão em ingês, nem divulgação de imagens ou vídeos detalhados.
Segundo informações divulgadas pelo site IGN.com, a produtora francesa Ubisoft irá distribuir “Tenchu 4” para Wii no Ocidente. Os ninjas tem passagem marcada para darem as caras no início de 2009. Para o Japão, o lançamento ocorre em 23 de Outubro próximo.
Produzido pela Acquire, o primeiro game da série para Wii promete abusar dos recursos possibilitados pelo sensor de movimento do controle Wiimote. A mecânica de jogo irá se manter fiel, de modo que a surpresa imposta pela profissão de ninjas seja sua maior arma de ataque.
Quando o jogador for atacar os oponentes de surpresa, uma cena especial de matança é exibida, de modo que se ganhe uma bonificação pelo feito. Dependendo de como a abordagem se desenvolve, a animação varia.
Protagonizado por Rikimaru e Ayame, o título prevê novos equipamentos ninjas, além dos tradicionais diapasões, bombas de fumaça e as estrelas ninjas chamadas de shurikens. Todos estes utensílios poderão ser utilizados durante as dez missões com 50 objetivos paralelos já confirmados.
Em uma apresentação da versão de “MySims” para PC, o produtor da Electronic Arts, Erik Zwerling, declarou ao site ThatVideogameBlog a razão pela qual as funções online estavam ausentes no título para o Wii.
Embora não esteja envolvido que não estava envolvido diretamente na produção na edição para o videogame, Zwerlindg informou que “a Nintendo não está apoiando os desenvolvedores o suficiente no quesito multiplayer online, o que torna inviável no presente momento”.
Função em outros jogos
Mesmo que “MySims” para Wii não tenha conteúdo para interação online, é válido lembrar que outros títulos terceirizados do console já têm a função. Alguns exemplos são “Samba de Amigo“, com suporte para download de músicas extras e “Guitar Hero: World Tour“, que chegará ao mercado em 26 de Outubro com a mesma possibilidade.
“MySims Kingdom“, próximo título da série para o console da Nintendo, está marcado para estrear em 27 de Outubro.
Segundo depoimento o executivo-chefe da Activision Blizzard, Mike Griffith, a produtora planeja lançar um serviço de assinatura online para distribuir mês a mês novas músicas para o fenômeno musical “Guitar Hero“.
“Estamos explorando novos modelos, como uma assinatura anual em que os jogadores podem assinar e ter certo número de músicas por download a cada mês”, explicou Griffith.
Detalhes desafinados
Por hora, não informações adicionais do sistema quanto ao preço ou uma possível data de lançamento para começar a operação. No entanto, o objetivo parcial dessa ação é fazer da franquia um produto mensal de venda e lucro.
“Aprendemos que o consumidor ainda tem um apetite insaciável por mais. Os consumidores baixaram mais de 20 milhões de faixas individuais para a franquia e insistem em nos dizem que querem ainda mais”, finalizou.
Em depoimento em conferência com analistas de mercado, o executivo-chefe da Activision, Bobby Kotick, revelou que o grupo de rock Aerosmith lucrou mais com sua própria versão de “Guitar Hero” do que com vendagens de álbuns.
Embora nenhum membro da banda tenha confirmado a renda, o apelo do jogo “inacreditavelmente influenciou em áreas de merchandising, vendas de ingressos para shows e na habilidade para assinar novos contratos”, disse Kotick.
Casos semelhantes
Não é a primeira vez que o sucesso aumenta em bandas que aparecem em games musicais como “GuitarHero” e “Rock Band“. Canções clássicas do rock aumentam consideravelmente suas vendas quando aparecem nesses jogos.
Para as bandas que estão se iniciando no cenário fonográfico, os games são, ao menos, uma vitrine para divulgação. Para o executivo de música da Electronic Arts, Steve Schnur, os games têm mais potencial para atingir os jovens do que outras mídias.
Trilhas de games como “Need for Speed“, estima Schnur, foi ouvida mais de um bilhão de vezes durante a vida útil do título em todo o mundo.
Segundo uma notícia publicada no jornal japonês Jiji, “Dragon Quest IX” está previsto para ser lançado para o Ninteno DS no início de 2009.
Desde que o game foi anunciado pela primeira vez em 2006, as informações sobre ele ainda são bastante escassas. Mas vale lembrar que, deste a sétima versão da série, os consoles é que detinham o jogo em sua biblioteca.
Franquia tradicional
A franquia “Dragon Quest” é uma das mais populares do Japão e uma das pioneiras no estilo RPG. Hoje, divide com “Final Fantasy” o posto de RPG mais popular do Japão.
O último game, para PlayStation 2, vendeu mais de 3,5 milhões de cópias somente no Japão. As vendas de todos os títulos somados chegam a 41 milhões. Esses números provam que a série é bastante disputada pelas empresas dos consoles, já que um único game da franquia podem alavancar em muito as vendas de um videogame.
Em depoimento ao site Game Daily.com, o executivo-chefe da produtora Ubisoft, Yves Guillemot, declarou que pretende lançar jogos da linha ‘Tom Clancy‘ no Wii em breve. Entre os planos, estariam séries como “Splinter Cell” e “Ghost Recon“.
Embora o foco da companhia para o console da Nintendo seja uma vertente mais casual, Guillemot afirmou que produzir esses games seria uma opção diferenciada. Mas para isso, a equipe de produção teria que ter certeza que o hardware do Wii é capaz de fazer bons gráficos.
“Temos ferramentas que foram criados para a nova geração de consoles e, para produzirmos no Wii, temos que fazer uma reestruturação de alguns motores para ter certeza de que podemos usar a qualidade da máquina”, explica.
“Mas mesmo sem gráficos de ponta, a experiência pode ser muito interessante. Para se ter certeza de que podemos criar jogos bons o suficientes ou melhores que os da própria Nintendo, leva tempo. É por isso que você não vê tantos produtos, mas verá mais e mais no futuro”, finaliza Guillemot.